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Blog Braspag

E-commerce, negócios e tudo sobre a Braspag em forma de notícias.

30 de Dezembro de 2014

Braspag lança a nova API Rest do Pagador e novo ambiente Sandbox

A Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina, lança a nova *API Rest do Gateway Pagador Braspag, acompanhada de um novo ambiente Sandbox para oferecer a comunidade de desenvolvedores uma nova opção de integração além dos atuais modelos webservices e post.

A nova API foi projetada para permitir que a comunidade de desenvolvedorescon heça, experimente e integre as soluções da Braspag de maneira simplificada e facilitada sem a necessidade de contrato entre as partes, proporcionando graus de liberdade e criatividade muito mais elevados.

Desta forma, a Braspag espera melhorias internas como a redução do tempo de integração de novos clientes e na quantidade de chamados abertos na ferramenta de suporte. Além disso, ao se aproximar da comunidade de desenvolvedores espera-se também maior interação com o mercado através de novas parcerias e na homologação de módulos integrados para fins específicos. Este conjunto de iniciativas visa atender as atuais demandas do mercado.

O Sandbox é uma ferramenta simples e eficaz que permitirá aos desenvolvedores testarem o funcionamento dos métodos disponíveis nas plataformas Braspag e simularem o comportamento de suas aplicações integradas a Braspag.

*API (Application Programming Interface - Interface entre Aplicativo e programação) é um conjunto de instruções e padrões de programação para acesso a um aplicativo de software. Uma empresa de software lança sua API para o público de modo que outros criadores de software possam desenvolver produtos acionados por esse serviço.

02 de Abril de 2013

Plano Nacional de Consumo e Cidadania cobre e-commerce e serviços de telecom

Lançado hoje pela presidente Dilma Rousseff, o PNCC estabelece medidas para regulamentar e modernizar as relações de consumo no país

O governo federal aproveitou o Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, comemorado hoje (15), para lançar o Plano Nacional de Consumo e Cidadania. O pacote de medidas visa a regulamentar e modernizar as relações de consumo no país e incluindo regras para o comércio eletrônico e a prestação dos serviços de telecomunicações.

O consumidor que fizer compras pela internet terá direito a informações claras e objetivas sobre a empresa e sobre o produto que está comprando. Além disso, as empresas online serão obrigadas a criar canais de atendimento ao consumidor e estabelecer procedimentos claros sobre o exercício do direito ade arrependimento.

Segundo a secretária Nacional do Consumidor, Juliana Pereira, o decreto “regulamenta questões básicas, [como] garantir informações claras de quem vende e do que está sendo vendido”.

O setor de telecomunicações, por sua vez, terá um novo regulamento que simplifica as regras para atendimento, cobrança e oferta de serviços. Para a implantação das novas regras, será aberta consulta pública durante 30 dias. As medidas anunciadas hoje têm o objetivo de regulamentar os serviços, criar mecanismos de comparação de preços de pacotes e serviços individualizados, além de padronizar regras de ressarcimento e combate à venda casada.

Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o usuário tem direito de contratar apenas um serviço e pagar proporcionalmente por ele. Com isso, a contratação de apenas um serviço, não pode ultrapassar o preço dos “combos” de serviço.

O ministro explicou que serão determinadas regras para pacotes. Por exemplo, não será permitido à empresa obrigar o consumidor a comprar serviço de internet para poder ter uma TV por assinatura. Ou seja, o preço unitário de cada serviço não pode ser maior que o do pacote. “A empresa usa isso como estratégia e encarece o produto e o consumidor acaba contratando o pacote”.

Com mais de 260 milhões de clientes, o setor de telefonia móvel é visto como um dos principais vilões quando o assunto é relacionamento com os consumidores. No ano passado, a telefonia celular foi a campeã de reclamações nos Procons do país, segundo o Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec), com 9,1% dos mais de 2 milhões de reclamações registradas. O setor de telecomunicações como um todo, que inclui telefonia fixa, banda larga e TV por assinatura, também teve destaque no ranking de reclamações, com 21,7% dos assuntos mais demandados nos Procons em 2012.

No e-commerce, dados da Braspag, empresa responsável por integrar todos os meios de pagamento (cartão de crédito, débito, boleto bancário) e consolidar o processo de contas a receber das principais lojas virtuais do Brasil, apontam crescimento de 46% nas transações no varejo online em 2012, em relação ao ano anterior. Já segundo levantamento do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec), do Ministério da Justiça, no caso de compras coletivas, houve aumento em 2012 de 140% na quantidade de compras feitas em comparação a 2011. Com o crescimento desse tipo de comércio eletrônico, aumentou também o nível de insatisfação entre os consumidores.

Entre as empresas que lideram o ranking de reclamações, a maior queixa está na demora ou não entrega do produto. Serviço não executado (entrega/instalação/não cumprimento da oferta/contrato), rescisão contratual, venda enganosa e cobrança indevida também aparecem entre as queixas.

 

O PNCC
De acordo com o plano, um conselho de ministros (formado também por secretarias e agências reguladoras) que será responsável por formular ações e discutir medidas, além de acompanhar o monitoramento e o cumprimento de todas as ações previstas. O objetivo é engajar os ministérios em uma política de Estado em prol da defesa do consumidor. O programa também tem como objetivo fortalecer a legislação, premiar boas práticas de consumo e punir as erradas.

A primeira etapa de atuação do plano prevê a criação de três comitês técnicos que vão formar um observatório nacional das relações de consumo. O primeiro, denominado Comitê Técnico de Consumo e Regulação vai cuidar da implementação de soluções para reduzir os conflitos nos serviços regulados.

O Comitê de Consumo e Turismo vai atuar para aprimorar os serviços de atendimento aos turistas nacionais e estrangeiros, em especial nos grandes eventos. Por fim, o Comitê de Consumo e Pós-Venda será responsável por melhorar os procedimentos de atendimento ao consumidor e criar indicadores de qualidade das relações de consumo. Farão parte do observatório nacional representes de ministérios e agências reguladoras.

Junto com o lançamento do PNCC foi assinado também decreto criando a Câmara Nacional de Relações de Consumo. Além disso, será enviado ao Congresso um projeto de lei para reforçar a rede de Procons, tornar mais rígida a fiscalização sobre as empresas e aumentar a multa por desrespeito aos direitos do consumidor.

Por determinação da presidenta Dilma Rousseff, a primeira missão da Câmara Nacional de Relações de Consumo será elaborar, em 30 dias, uma relação de produtos essenciais ao consumidor. Qualquer problema verificado pelo consumidor em itens dessa relação – desde que estejam na garantia, terá que ser solucionado imediatamente pelo fornecedor.

Vale lembrar que, por meses, em 2011, o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça e a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) começaram a travar uma batalha judicial sem fim para definir se os celulares eram ou não um bem essencial, garantindo assim alguns direitos importantes ao consumidor, como troca imediata ou reembolso em caso de defeito, conforme o artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Será que os celulares agora entrarão na lista?

http://idgnow.uol.com.br/ti-pessoal/2013/03/15/plano-nacional-de-consumo-e-cidadania-cobre-e-commerce-e-servicos-de-telecom/

21 de Março de 2013

App ‘Snappin’ permite pagamentos via smartphone em bares e casas noturnas

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Por Daniel Gonzales

Snappin é um app brasileiro que possibilita pagamentos online de contas de consumo, via smartphone, em bares e casas noturnas, que já pode ser utilizado em mais de 20 estabelecimentos de quatro estados – SP, RJ, MG e SC – veja a lista dos locais aqui.

O grande benefício em usar o app, além da facilidade, é poupar o tempo que seria perdido em filas. O Snappin está disponível para Android (aqui) e iOS (aqui).

snappm

Funciona da seguinte forma: depois de instalar, o usuário insere os dados de até três cartões de crédito válidos no app – para escolher um deles na hora dos pagamentos. O sistema é integrado com as bandeiras Visa, MasterCard, Credicard, Diners e American Express. Esta é a tela de cadastro:

cadastro-snappm

Quando for a um estabelecimento que usa a tecnologia, basta acessar o app que o Snappin associa sua comanda de consumo ao seu smartphone. Os desenvolvedores abrem ainda a possibilidade de o app enviar ofertas personalizadas ao dono do smartphone, enquanto ele estiver no local.

Chegada a hora de sair, basta escolher o cartão com o qual o pagamento será feito. A transferência é realizada instantaneamente e o usuário recebe, diretamente no smartphone, o cupom provando o pagamento, para deixar o local sem precisar pegar a fila do caixa. É possível visualizar todos os itens cobrados diretamente no app.

Há até mesmo a opção de digitar o CPF para constar na nota fiscal:

pagamento-snappm

Também dá para escolher múltiplas comandas para pagar, tudo diretamente via app:

snappin3

Os desenvolvedores garantem que os dados são protegidos e ficam encriptados de maneira segura pela Braspag, empresa de processamento de pagamentos que atua em diversos países, de propriedade do Grupo Cielo.

O Snappin tem como sócios o Grupo Fit (do ramo de entretenimento) e a paulista OZ Technology (empresa de tecnologia especializada em pagamentos). O conceito do app foi desenvolvido pela agência de publicidade Ogilvy & Mather.