X

Blog Braspag

E-commerce, negócios e tudo sobre a Braspag em forma de notícias.

05 de Janeiro de 2017

Braspag lança solução que identifica divergências entre vendas e valores a receber no e-commerce

O novo Conciliador Braspag também possibilita a integração com diversos sistemas de gestão de vendas

Gerenciar as transações de uma loja online pode parecer simples, mas conciliar todas as vendas realizadas com cartão de crédito, por exemplo, e o que foi recebido de cada uma destas operadoras que também atuam com taxas diferentes, é um processo que requer uma disponibilidade que o lojista não pode desperdiçar se quiser alavancar seu negócio. A adição de outros procedimentos necessários para gerenciar estas transações, bem como a possibilidade de perdas financeiras devido a erros por uma gestão manual, torna esse processo complexo inclusive para pequenos negócios.

Para resolver estas questões, a Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina, lança o novo Conciliador Braspag. A solução permite receber todas as transações de maneira mais rápida, permitindo a importação de dados de diversos softwares ERP disponíveis no mercado ou mesmo de planilhas elaboradas em Excel. Com isso, elimina-se a necessidade de grandes interfaces com a área de TI para integrar as transações – o que requer mais tempo, equipe e dinheiro – tornando o processo de gestão de caixa mais ágil e eficaz.

O novo Conciliador Braspag também possui a nova funcionalidade Extrato Banco, que concilia o extrato de recebimento das vendas feitas por cada adquirente* e o extrato bancário do lojista. Desta maneira, o lojista pode comparar os valores a receber com o que foi pago e ajustar possíveis inconsistências, a fim de ter maior controle financeiro do seu negócio.

“O ideal para o lojista é que os três pilares da gestão de vendas estejam integrados: extrato de venda, relatórios de adquirentes e extrato bancário. Ao lançar o novo Conciliador Braspag, disponibilizamos esta integração automatizada e mantemos o nosso compromisso de ajudar o lojista a elevar a conversão, uma vez que permite que ele se dedique 100% ao seu negócio, sem perder tempo com questões burocráticas”, explica Gastão Mattos, CEO da Braspag.

A solução também está disponível para plataformas de e-commerce que queiram oferecer o serviço a futuros comerciantes online. “É uma maneira de trazer ao novo lojista um serviço diferenciado e se destacar no mercado”, afirma Gastão. “Muitas vezes, os modelos de plataformas comercializados compreendem itens básicos, supondo que o pequeno lojista não precisa ou não pode ter uma boa infraestrutura para gerir o seu negócio, esquecendo que os microempreendedores têm um papel fundamental na economia do país e representam a maioria. A tecnologia existe para facilitar processos que até pouco tempo eram complexos e evitar o barato que sai caro. Assim, estas empresas também têm a chance de atingir novos patamares e beneficiar a imensa cadeia do comércio eletrônico”, conclui.

O novo Conciliador Braspag contará com uma interface totalmente repaginada em 2017, tornando o processo mais intuitivo. Para saber mais detalhes, entre em contato através do e-mail comercial@braspag.com.br

*Adquirentes são empresas que conectam lojistas online e bancos e processam as transações financeiras realizas por meio de cartões de crédito e débito.

10 de Novembro de 2016

IoT segue em construção

O último painel do IT Forum Expo, no palco Coisas, no final da tarde de ontem (09/11), deixou claro que muito ainda temos de caminhar para que o conceito de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) decole por aqui. Esse tema foi debatido ao longo de todo o evento, sob diversos aspectos, com especialistas e profissionais de variadas esferas.

Mediado por Gabriel Marão, ex-CEO da Itautec e atual coordenador do Comitê Gestor IoT, o debate sob o tema Oportunidades e desafios da Internet das Coisas reiterou a preocupação que se estende no mercado de que é necessária a revisão de variadas questões para que esse avanço ganhe esteira.

Entre elas, a alta tributação de produtos e serviços do setor, que impede ou adia projetos; a segurança, sobretudo em razão dos bilhões de dispositivos e coisas que estarão pendurados na rede; a necessidade premente da modernização das redes de telecomunicações, que impacta o coração da IoT (a conectividade) e a capacitação profissional da nova era.

A segurança é fundamental em IoT e por essa razão é também motivo de preocupação para a Intel, destacou Max Leite, diretor de Inovação da empresa. “Coisas e Internet estarão conectadas para que variadas aplicações sejam realizadas. Essa ponte que as interliga (gateway) é o ponto mais vulnerável e alvo potencial de ataque”, disse o executivo.

Ele acrescenta que a Intel está trabalhando justo nesse ponto, tentando expandir a segurança para além do software e trazer a transação para o nível de hardware. Especialmente nos casos de transações que já estão sendo realizadas fora do País como máquinas de lavar comprando sozinhas sabão diretamente no site da Amazon. “Processador conversando com processador.”

A segurança dessas transações e de todas as outras que são realizadas no segmento de e-commerce é o que cuida a Braspag, acenou Gastão Mattos, CEO da empresa no debate. “O que pode mudar no e-commerce com a IoT? Certamente é um processo evolutivo de valor que todas as lojas do segmento no Brasil irão experimentar”, ressaltou o executivo. Ele afirmou ainda que a tecnologia hoje não é maior custo nas lojas virtuais e sim a estratégia de aquisição de novos consumidores. E, depois disso, todo o esforço para o cliente novo recompre.

Mattos destacou que tecnologias digitais que aprimoram a experiência do usuário são vitais nesse processo, considerando que a tolerância do consumidor online está a cada dia mais baixa. “Quando compra em uma loja física, aceita ficar até dez minutos em uma fila. Na internet, não tolera dez segundos e abandona a compra e parte para outro site”, disse e acrescentou que a IoT irá agregar valor para que o cliente faça uma compra recorrente e simplificada.

Outro motivo de preocupação para o avanço da IoT no Brasil é a capacitação profissional. Osvaldo Gogliano Sobrinho, professor da USP e diretor técnico da Abili Tecnologia da Informação, disse que a evolução tecnológica é interessante, mas cria desafios e alertou para a formação profissional com habilidades para esse novo mundo.

“Nas universidades e em eventos científicos o termo IoT não é desconhecido. E tentamos disseminar essa cultura agora com a criação do MBA em Internet das Coisas da Escola Politécnica da USP (MBA-IoT).

O curso, segundo ele, aborda conceitos desse novo mundo tecnológico, explora tecnologias fundamentais para soluções eficientes com IoT e discute aplicações que podem evoluir com esses novos recursos. “Mas ainda há muito desconhecimento e é preciso formá-los para que os projetos sejam viabilizados com assertividade”, alertou o professor da USP, para quem a Internet das Coisas segue seu curso ainda em construção.

 

Fonte: IT Forum

01 de Novembro de 2016

Como vender mais na Black Friday?

CEO da Braspag aconselha lojistas e também dá dicas para consumidores

Consolidada no Brasil como a data mais importante do comércio eletrônico brasileiro, é natural que a disputa entre lojistas para conquistar o usuário online seja ainda mais acirrada nesta data promocional.

Segundo pesquisa da e-Bit, a Black Friday deve alcançar um faturamento de R$ 2,1 bilhões neste ano, quase 30% maior do que em 2015. 84% dos consumidores entrevistados pretendem aproveitar a data promocional para comprar online. De acordo com o Google, o número de usuários do comércio eletrônico chegou a 40 milhões no Brasil. Embora o principal fator de decisão de compra seja o preço (42%), seguido pelas possibilidades de parcelamento (21%) e custo do frete (17%), quando estes são similares, 63% optam pelo site mais confiável para concretizar a transação.

Segundo Gastão Mattos, CEO da Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina, “os consumidores online estão cada vez mais exigentes. Segurança é obrigação e não diferencial, por isso o lojista deve ir além do trivial para se destacar no mercado”, explica.

O executivo listou alguns itens para o lojista obter mais sucesso durante a Black Friday e também dá dicas para o consumidor.

1. Capacidade de tráfego

O tráfego será muito maior durante a Black Friday e o lojista precisa considerar este volume extra de visitantes, tanto no dia promoção, como também no final de semana subsequente. A atenção com os “picos” de demanda deve ser redobrada, pois pode ser três vezes maior. Para tanto, plantões na madrugada e monitoração permanente de disponibilidade de acesso ao site é fundamental. O consumidor do comércio eletrônico não é paciente, ele migrará para o concorrente se houver lentidão durante a navegação na loja.

2. Dinâmica das ofertas

Muitos consumidores começarão a avaliar as ofertas a partir das 0h do dia 25 de novembro. O varejista precisa acompanhar a sua conversão de vendas minuto a minuto e, a partir destas análises, pode alterar a sua abordagem junto ao consumidor e apresentar ou destacar as ofertas que tenham maior aderência, testando em tempo real o que resulta em uma melhor conversão. Se a loja iniciar o dia com um enfoque promocional ineficiente, perderá a oportunidade de vender.

3. Uso de selos certificadores

Consumidores sentem mais confiança em lojas que possuem certificados de segurança e responsabilidade legal em suas operações, principalmente quanto ao comprometimento de disponibilizar ofertas reais. Um deles é o selo Black Friday Legal, uma iniciativa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). As principais lojas de e-commerce já possuem este selo e esta é uma chance do pequeno varejista se mostrar competitivo junto a elas.

4. Atendimento personalizado 

O varejista precisa ter um esquema de plantão e estar preparado para fatos inesperados. Para isso, é fundamental ter um sistema de monitoramento eficaz e deixar à disposição todos os canais de atendimento, tais como: chat, telefone, e-mail, mídias sociais e etc para atendê-lo prontamente. Alguns consumidores farão a compra pela primeira vez nesta data e dúvidas básicas podem surgir. É necessário tratar todos os casos como exceções e dar todo o suporte para que o consumidor seja bem atendido e efetive a compra, caso contrário ele poderá ficar insatisfeito e migrará para a loja concorrente, além do risco de propagar comentários negativos a respeito do seu negócio durante uma época em que a exposição da loja é bem maior que o normal.

5. Conheça e interaja com o seu público

O uso do marketing digital pode ser uma ótima estratégia para fidelizar e atrair novos clientes. Ao conhecer os desejos e necessidades do público-alvo é possível utilizar anúncios de acordo com o perfil de cada cliente de forma que ele esteja mais propenso a comprar e, consequentemente, elevar a taxa de conversão. A interação nas redes sociais com informações relevantes e retorno rápido também podem ser ferramentas poderosas.

6. Atenção ao prazo de entrega

Já é de conhecimento que o volume de entregas será muito superior ao de datas convencionais. Alinhe com o seu gestor/parceiro de logística quais as estratégias para lidar com esse aumento a demanda de forma que você ofereça prazos de entrega reais para não frustrar o consumidor.

7. Segurança

Esteja atento às normas de segurança internacionais e escolha parceiros que possuam certificações destes padrões. Além de conquistar a confiança do consumidor, ambos estarão protegidos.

8. Formas de pagamento

Ofereça o máximo de formas de pagamento disponíveis no mercado (cartões de crédito, débito, boleto etc) para elevar as chances de conversão. Escolha parceiros que proporcionem agilidade, segurança e recursos adicionais como retentativas de transações para concluir a compra que, normalmente, recuperam de 10% a 15% das transações perdidas Uma análise em tempo real dos tipos de pagamento, bandeiras e emissores que apresentam mais resultados possibilita identificar problemas com os outros meios de pagamento ou mesmo criar ações de marketing para elevar a conversão nos demais.

9. Dê importância aos dispositivos móveis

Os dispositivos móveis, especialmente os smartphones, têm aumentado significativamente a sua participação como plataforma para realização de compras ou ainda como influenciador para a efetivação em outros canais. Por isso, ter um site responsivo é básico. Invista também em ações especiais para esta plataforma, tanto de marketing como de gestão e logística.

10. Recuperação de vendas não convertidas

Fique atento a carrinhos abandonados ou compras não confirmadas (autorização negada ou boleto não pago). Ofereça via e-mail uma nova chance ao consumidor para efetivar a compra neste caso, eventualmente com algum incentivo promocional. Esta é uma boa estratégia que pode recuperar de 5% a 10% das vendas que seriam perdidas.

Para o consumidor:

1. Buscadores de preços
Utilize os buscadores de preços para encontrar as melhores ofertas para os produtos desejados.

2. Confiabilidade
Prefira lojas online que possuam selos de certificação reconhecidos no mercado, tanto de segurança quanto de adesão às políticas legais da Black Friday e meios de pagamento conhecidos. Verifique se o estabelecimento disponibiliza CNPJ, endereço e canais de contato como telefone, e-mail, chat e redes sociais Confira a reputação da loja e leia os comentários dos usuários.

3. Segurança
A segurança dos dados também depende de você. Utilize equipamentos confiáveis para realizar as compras e sempre tenha um antivírus instalado e atualizado.

4. Políticas de troca e entrega
Cada loja possui sua política de troca e prazo de entrega. Verifique as condições antes de comprar.

5. Promoções
Lembre-se que, normalmente, nem todos os produtos disponíveis na loja estão participando da promoção.

Confira o vídeo de Gastão Mattos produzido pela Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico (camara-e.net) com detalhes de algumas destas dicas AQUI.